{"id":8456,"date":"2025-05-16T22:01:30","date_gmt":"2025-05-17T01:01:30","guid":{"rendered":"https:\/\/novinhasprime.com.br\/?post_type=blog&#038;p=8456"},"modified":"2025-05-24T22:44:49","modified_gmt":"2025-05-25T01:44:49","slug":"a-mae-vadia-e-a-irma-ciumenta-conto-erotico-incesto","status":"publish","type":"blog","link":"https:\/\/novinhasprime.com.br\/en\/blog\/a-mae-vadia-e-a-irma-ciumenta-conto-erotico-incesto\/","title":{"rendered":"A m\u00e3e Vadia e a irm\u00e3 ciumenta 01: Conto er\u00f3tico incesto"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">Eram quase tr\u00eas da madrugada, e a casa, um t\u00famulo de sil\u00eancios, parecia me espreitar como uma vadia cruel, pronta pra me engolir. Eu vagava pelos corredores, quase pelado, s\u00f3 uma cueca rasgada cobrindo o pau, ca\u00e7ando o carregador do celular essa merda insignificante que, naquelas horas mortas, virava uma obsess\u00e3o do caralho. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sala, pensei, talvez tivesse deixado na sala. Cada passo fazia o assoalho gemer, um choro de madeira que ecoava como uma den\u00fancia. O sil\u00eancio era t\u00e3o pesado que eu ouvia o sangue bombando nas t\u00eamporas, um tambor surdo me lembrando que eu tava vivo, mesmo que quisesse sumir. Minha cabe\u00e7a, por\u00e9m, n\u00e3o parava de voltar pro quarto de Mariana <a href=\"https:\/\/novinhasprime.com.br\/en\/blog\/minha-irma-perdeu-aposta-e-teve-que-me-ensinar-a-foder-conto-de-incesto\/\">minha irm\u00e3<\/a>, logo ali no corredor. Ela dormia leve pra caralho, e qualquer barulho podia fazer ela abrir a porta e me pegar nessa merda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Ao passar pelo quarto de h\u00f3spedes, onde Luana, minha m\u00e3e, se enfiava pro fim de semana, um fio de luz escapava pela porta entreaberta, como um convite pra dana\u00e7\u00e3o. Pensei que ela, exausta das merdas do dia, tivesse capotado com a lumin\u00e1ria acesa, v\u00edtima da pregui\u00e7a dos cora\u00e7\u00f5es quebrados. Minha ideia era s\u00f3 fechar a porta, um gesto bobo, quase caridoso, pra n\u00e3o deixar a luz vazar e perturbar Mariana. Mas o que vi me parou, como se o destino, com sua risada s\u00e1dica, tivesse enfiado uma faca no meu peito.<br>Pela fresta, a silhueta de Luana se desenhava na penumbra. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela tava esparramada na cama, s\u00f3 com uma camisola de seda t\u00e3o fina que era uma provoca\u00e7\u00e3o, o pano amassado subindo pelas coxas, deixando a buceta quase \u00e0 mostra, a carne p\u00e1lida brilhando como um pecado. A m\u00e3o dela, lenta e safada, esfregava o grelo com Foca, os dedos melados deslizando num vai-e-vem que fazia a cama ranger. Cada gemido abafado era um soco, cada suspiro uma porrada que me puxava pro abismo. Meu pau, traidor filho da puta, ficou duro na hora, esticando a cueca, uma vergonha quente que eu n\u00e3o podia esconder.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> Mas a imagem de Mariana, dormindo a poucos metros, me fez suar frio se ela ouvisse aqueles gemidos, tava tudo fodido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Eu sabia que tinha que correr, que aquela cena era uma armadilha do capeta ou de Deus vai saber? , mas meus p\u00e9s tavam grudados no ch\u00e3o. Minha m\u00e3o, sem eu mandar, ro\u00e7ou o volume na cueca, apertando o pau que latejava como se tivesse vida pr\u00f3pria. Os movimentos dela eram uma hipnose, uma dan\u00e7a de sombras que me engolia. Os gemidos subiam, agudos, quase um uivo, e eu, perdido naquele transe, n\u00e3o vi quando ela parou. Os olhos dela, dois far\u00f3is na escurid\u00e3o, cravaram na porta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Meu cora\u00e7\u00e3o disparou, um cavalo louco no peito. Dei um passo pra tr\u00e1s, rezando pras sombras me engolirem, pro mundo me esquecer, rezando pra Mariana n\u00e3o ouvir nada. Mas a voz de Luana grave, rouca, cheia de uma certeza que me desmontou cortou o sil\u00eancio: \u201cEu sei que tu t\u00e1 a\u00ed. Entra, porra.\u201d<br>Flagrado. O calor subiu pra cara, uma fogueira de culpa e tes\u00e3o. Tentei pensar, mas o pau duro e o medo de Mariana acordar n\u00e3o deixavam. Respirei fundo, empurrei a porta e entrei, os olhos no ch\u00e3o, como um condenado com medo do carrasco, o cora\u00e7\u00e3o batendo com a ideia de que qualquer barulho podia trazer minha irm\u00e3 praquele inferno. Luana sentou na cama, o olhar sem-vergonha passeando pelo meu corpo, demorando no volume que eu n\u00e3o podia disfar\u00e7ar. \u201cFecha a porta,\u201d mandou, com um tom que era ordem e promessa de foda, \u201ce faz sil\u00eancio, n\u00e3o quero tua irm\u00e3 xeretando.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Obedeci, trancando a porta com cuidado pra n\u00e3o fazer barulho, o pulso acelerado, o ar preso na garganta. Ela deslizou da cama, os p\u00e9s descal\u00e7os silenciosos no piso, uma pantera pronta pra devorar. Sem falar nada, ajoelhou na minha frente, os dedos ro\u00e7ando a cintura da cueca com uma delicadeza que n\u00e3o combinava com a fome nos olhos. Puxou o pano pra baixo, e meu pau, livre, pulou duro, a cabe\u00e7a brilhando de t\u00e3o inchada. Os olhos dela brilharam, um misto de surpresa e tes\u00e3o, enquanto as unhas vermelhas, cor de pecado, riscavam meu cacete com uma lentitud que era tortura pura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>De repente, ela se jogou. A l\u00edngua, quente e molhada, lambeu da base at\u00e9 a ponta, chupando a cabe\u00e7a como se fosse um doce. Meu corpo tremeu, os joelhos moles, enquanto ela engolia meu pau inteiro, os l\u00e1bios apertando, a garganta fundo, num boquete t\u00e3o perfeito que parecia ensaiado. O ritmo era de vadia, a boca melada, o som molhado enchendo o quarto. Tentei segurar os gemidos, mordendo o l\u00e1bio at\u00e9 sangrar, com medo que Mariana ouvisse. \u201cCala a boca,\u201d ela sussurrou, com meu pau ainda na boca, \u201cou tua irm\u00e3 vai ouvir.\u201d Segurei o cabelo dela, fudendo a boca com estocadas curtas, o pavor de acordar Mariana misturado com o tes\u00e3o. Em minutos, senti o gozo subindo, uma onda que n\u00e3o dava pra segurar. Ela recuou, mas era tarde jorrei como um animal, a porra espirrando na bochecha dela, melando os cabelos pretos, uma marca que selava nossa sujeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Mas Luana n\u00e3o tava satisfeita. Levantou, os olhos brilhando com uma fome que me dava medo e tes\u00e3o. Deitou na cama, de costas, as pernas escancaradas, a buceta inchada e molhada como um convite pro inferno. \u201cVem, me fode,\u201d sussurrou, a voz rouca de quem n\u00e3o aceita n\u00e3o. Tentei pensar nos camisinha na mesinha, um resto de ju\u00edzo, mas ela agarrou meu pulso, os dedos como garras. \u201cSem essa merda. S\u00f3 teu pau. E faz quieto, porra.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Aquilo acabou comigo. Subi nela, agarrando os quadris enquanto enfiava o pau na buceta quente, apertada, que parecia me chupar pra dentro. Ela mordeu o pr\u00f3prio bra\u00e7o pra abafar o grito, mas os gemidos escapavam, altos demais, cada um me fazendo olhar pra porta, apavorado com a ideia de Mariana acordando. \u201cCala essa boca, caralho,\u201d sibilei, metendo devagar, sentindo cada cent\u00edmetro dela. Mas ela cravou as unhas nas minhas costas, rosnando: \u201cMe arromba, porra, mas n\u00e3o faz barulho.\u201d Meti com Foca, cada estocada fazendo os peitos dela quicarem, a buceta melando meu pau, o som molhado abafado pelos nossos cuidados. \u201cT\u00e1 vendo como \u00e9 grande?\u201d ela gemia baixo, a cara desfeita, a maquiagem borrada, o suor misturado com minha porra na pele. \u201cN\u00e3o para, seu filho da puta.\u201d Mas cada gemido dela era uma sirene, e eu, com o cora\u00e7\u00e3o na boca, imaginava Mariana abrindo a porta, os olhos arregalados, vendo a m\u00e3e gozando no meu pau.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Prendi os pulsos dela acima da cabe\u00e7a, fudendo com raiva, cada estocada um risco de acordar minha irm\u00e3, mas o tes\u00e3o era mais forte. \u201cSou tua vadia,\u201d ela sussurrava, as palavras quebradas pelo tes\u00e3o. \u201cEnche essa buceta.\u201d Era como se ela quisesse se dissolver em mim, como se o gozo fosse a \u00fanica verdade. Mas o medo de Mariana ouvir aqueles gemidos, de ela aparecer na porta, me fazia meter com um cuidado doentio. Pra esticar, sa\u00ed dela, ignorando o gemido de protesto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Virei ela de quatro, a bunda empinada como uma oferenda. Mirei o cu, enfiando devagar, sentindo o anel apertado ceder. Ela mordeu o travesseiro, abafando um grito de dor e tes\u00e3o, enquanto eu fodia o cu dela, primeiro com cuidado, depois com uma urg\u00eancia que n\u00e3o explicava. Os gemidos abafados dela ainda eram altos demais, e eu, suando frio, rezava pra Mariana n\u00e3o ouvir, pra n\u00e3o sair do quarto e me ver enrabando nossa m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Gozei de novo, enchendo o cu dela com tanta porra que escorreu pelas coxas, o sil\u00eancio agora pesado com nosso crime. Desabamos nos len\u00e7\u00f3is, ofegantes, os corpos grudados. Os dedos dela tra\u00e7avam meu peito, como se quisessem apagar a tempestade. Mais tarde, ela guiou minha boca pros peitos, os mamilos duros como balas, e enquanto eu chupava, meu pau, duro de novo, encontrou espa\u00e7o entre eles. Fodi os peitos dela, a porra melando a pele, cada movimento com cuidado pra n\u00e3o fazer barulho, pra n\u00e3o trazer Mariana pro nosso inferno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>O amanhecer invadiu o quarto com sua luz filha da puta. Antes de ela sair pro dia, fodi ela mais uma vez, lento, cada estocada como se quisesse gravar a buceta dela na minha alma, sempre olhando pra porta, com medo de ouvir os passos de Mariana. Ela saiu tr\u00eamula, a cara de quem gozou at\u00e9 apagar, mas com um olhar que dizia que a putaria tava longe de acabar. E eu, sozinho, senti a culpa e o tes\u00e3o, dois irm\u00e3os bastardos que, como em toda trag\u00e9dia, andam de m\u00e3os dadas, com a sombra de Mariana pairando, uma amea\u00e7a que eu sabia que ia me foder.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Incesto, Ci\u00fame e a Foda Proibida que Nos Condena<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O dia se arrastava como um cortejo f\u00fanebre, cada hora um peso que esmagava o peito. A casa, com seus sil\u00eancios acusadores, era um tribunal onde eu, r\u00e9u sem defesa, aguardava a senten\u00e7a. Mariana trancara-se no quarto, a porta uma muralha, os solu\u00e7os abafados atravessando as paredes como facas. Eu, covarde, temia enfrent\u00e1-la, temia aqueles olhos que, pela manh\u00e3, me haviam cravado com uma verdade que eu n\u00e3o podia apagar. Luana, por sua vez, movia-se pela casa com a calma de quem j\u00e1 venceu todas as guerras. Na cozinha, cantarolava, o vestido leve dan\u00e7ando em suas curvas, como se a noite de pecado fosse um del\u00edrio dissipado pelo sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Mas o pecado n\u00e3o se apaga. O cheiro dela ainda me queimava, uma marca invis\u00edvel que pulsava na pele. E Mariana, com sua intui\u00e7\u00e3o afiada, n\u00e3o via apenas a trai\u00e7\u00e3o, via uma posse roubada. Seu ci\u00fame n\u00e3o era s\u00f3 indigna\u00e7\u00e3o; era visceral, uma fome de me ter como seu, um la\u00e7o que transcendia o fraterno e mergulhava no abismo do proibido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>O almo\u00e7o foi uma farsa cruel. Luana insistiu na pantomima da \u201cfam\u00edlia unida\u201d, servindo a comida com gestos de matrona, enquanto Mariana, arrastada pela obriga\u00e7\u00e3o, desceu com o rosto p\u00e1lido, os olhos vermelhos de choro, mas com uma determina\u00e7\u00e3o que faiscava como brasa. Sentou-se, o prato intocado, os bra\u00e7os cruzados como quem guarda uma bomba. Eu, entre as duas, era um condenado esperando o golpe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>\u201cN\u00e3o vai comer, querida?\u201d perguntou Luana, a voz doce como veneno, cortando a carne com precis\u00e3o de carrasco. Mariana a encarou, os olhos chispando. \u201cTem coisas que embrulham o est\u00f4mago,\u201d retrucou, a voz gelada, cada s\u00edlaba um dardo mirando meu cora\u00e7\u00e3o. Luana apenas sorriu, imperturb\u00e1vel, como se a ofensa fosse um galanteio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>O sil\u00eancio da refei\u00e7\u00e3o era um campo minado. Mariana, por fim, levantou-se, o prato intacto. \u201cVou pro quarto,\u201d anunciou, mas parou ao meu lado, t\u00e3o perto que senti o calor de sua raiva. \u201cVoc\u00ea \u00e9 uma vergonha,\u201d sussurrou, baixo o suficiente para que Luana n\u00e3o ouvisse. E ent\u00e3o, num gesto que me desarmou, sua m\u00e3o ro\u00e7ou a minha sob a mesa, um toque fugaz, el\u00e9trico, que n\u00e3o era s\u00f3 \u00f3dio era desejo, um desejo torcido que ela talvez nem compreendesse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Fiquei petrificado, o cora\u00e7\u00e3o disparado, enquanto ela subia as escadas, os passos ecoando como marteladas. Luana, que nada perdera da cena, ergueu uma sobrancelha, o sorriso venenoso curvando seus l\u00e1bios. \u201cEla est\u00e1 precisando de carinho,\u201d disse, a voz carregada de ironia. \u201cVai l\u00e1, consola sua maninha. Voc\u00ea \u00e9 t\u00e3o\u2026 dedicado.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Aquela provoca\u00e7\u00e3o acendeu algo em mim culpa, desejo, ou a necessidade de enfrentar o abismo. Subi as escadas, o cora\u00e7\u00e3o na garganta, e bati \u00e0 porta de Mariana. \u201cAbre, por favor,\u201d chamei, a voz rouca. Sil\u00eancio. Bati novamente, e ouvi o clique da tranca. A porta se abriu, e ali estava ela, os olhos inchados, o rosto uma m\u00e1scara de dor, mas com uma vulnerabilidade que me partiu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>\u201cVai embora,\u201d disse, mas n\u00e3o fechou a porta. Entrei, o quarto pequeno sufocando com o peso do que viria. \u201cEu n\u00e3o queria te machucar,\u201d comecei, as palavras fr\u00e1geis, in\u00fateis. Ela riu, um som amargo que cortou o ar. \u201cMachucar? Voc\u00ea me destruiu.\u201d E ent\u00e3o, aproximando-se, o rosto a cent\u00edmetros do meu, os olhos brilhando com l\u00e1grimas e uma chama perigosa, ela falou: \u201cMas eu te perdoo.\u201d<br>As palavras me pegaram desprevenido, um trov\u00e3o em c\u00e9u claro. \u201cPerdoo,\u201d repetiu, a voz firme, os olhos fixos nos meus. \u201cMas s\u00f3 se voc\u00ea for meu. De verdade. N\u00e3o dela, daquela\u2026 mulher. Meu. E ela vai ver, ela vai saber que voc\u00ea \u00e9 meu.\u201d Era uma exig\u00eancia, uma chantagem selada no ci\u00fame e na loucura do desejo. \u201cChama ela,\u201d ordenou, a voz baixa, mas com uma certeza que me gelou. \u201cQuero que ela assista. Quero que ela sinta o que eu senti.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>O ar fugiu dos meus pulm\u00f5es. Hesitei, o cora\u00e7\u00e3o disparado, mas o olhar de Mariana, um misto de s\u00faplica e comando, n\u00e3o admitia recusa. Sa\u00ed do quarto, os passos pesados, como se caminhasse para o cadafalso. Desci as escadas, o est\u00f4mago revirado, e encontrei Luana na sala, reclinada no sof\u00e1, um copo de vinho na m\u00e3o, os olhos brilhando com uma curiosidade felina. \u201cO que foi, meu filho?\u201d perguntou, a voz mel\u00edflua, j\u00e1 sabendo que algo se quebrava no ar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>\u201cMariana\u2026 quer que voc\u00ea suba,\u201d gaguejei, as palavras pesando como chumbo. \u201cEla quer que voc\u00ea\u2026 veja.\u201d Luana ergueu uma sobrancelha, o sorriso de esfinge curvando seus l\u00e1bios. Sem uma palavra, levantou-se, o vestido ro\u00e7ando o ch\u00e3o como a cauda de uma rainha, e me seguiu escada acima, o copo ainda na m\u00e3o, como se fosse a uma pe\u00e7a de teatro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>No quarto, Mariana esperava, de p\u00e9, o pijama substitu\u00eddo por uma camisola fina que mal escondia sua pele. Seus olhos faiscaram ao ver Luana, uma mistura de desafio e triunfo. \u201cSenta ali,\u201d ordenou, apontando para a cadeira no canto do quarto. Luana, sem perder o sorriso, obedeceu, cruzando as pernas com uma calma que era quase obscena. O vinho girava no copo, um redemoinho vermelho que parecia prever sangue.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Mariana se virou para mim, os dedos crispados agarrando minha camisa. \u201cVoc\u00ea \u00e9 meu,\u201d murmurou, e me puxou para um beijo desesperado, faminto, que era raiva, posse e um amor doentio. Meu corpo, traidor, respondeu, as m\u00e3os encontrando sua cintura, puxando-a contra mim. Ca\u00edmos na cama, as roupas arrancadas com urg\u00eancia, sua pele uma febre que me consumia. Quando a penetrei, senti uma resist\u00eancia inesperada, um aperto que me fez hesitar. Seus olhos se arregalaram, um gemido de dor misturado ao prazer, e ent\u00e3o percebi, com um choque que era culpa e fasc\u00ednio: Mariana era virgem, fato raro hoje em dia para uma garota de 18 anos. Sua entrega, t\u00e3o crua, t\u00e3o absoluta, era um sacrif\u00edcio, uma oferenda selada com sangue e ci\u00fame.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Seus olhos, cravados nos meus, brilhavam com uma vit\u00f3ria amarga, mas por um instante se voltaram para Luana, uma provoca\u00e7\u00e3o silenciosa. Luana assistia, im\u00f3vel, o sorriso agora fixo, mas os olhos faiscando com algo que n\u00e3o era mais s\u00f3 ironia era inveja, era fome, era o prazer torto de quem se v\u00ea no centro do furac\u00e3o. Mariana, alheia \u00e0 dor inicial, movia-se com uma urg\u00eancia que exigia tudo de mim, seus gemidos abafados enchendo o quarto. \u201cMe ama,\u201d arfava, as unhas cravadas em minhas costas. \u201cDiz que \u00e9 s\u00f3 meu.\u201d E eu, preso entre sua entrega e o olhar de Luana, dizia, mentia, ou talvez acreditasse, enquanto nossos corpos se fundiam num ritmo que era dana\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>O cl\u00edmax veio como uma tempestade, Mariana desabando contra mim, ofegante, o rosto sereno por um instante, a camisola manchada com um leve tra\u00e7o de sangue que selava nossa transgress\u00e3o. Luana, ainda na cadeira, tomou um gole de vinho, o som do l\u00edquido contra seus l\u00e1bios cortando o sil\u00eancio. \u201cBelo espet\u00e1culo,\u201d disse, a voz fria, mas com um tremor que denunciava sua fachada. Levantou-se, o copo vazio na m\u00e3o, e saiu do quarto sem olhar para tr\u00e1s, os passos ecoando como um aviso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Mariana, aninhada contra meu peito, dormiu, alheia ao peso do que hav\u00edamos feito. Mas eu, com o eco do olhar de Luana e a revela\u00e7\u00e3o da virgindade de Mariana na mente, sabia que n\u00e3o havia escapat\u00f3ria. Ela, com seu perd\u00e3o condicional e sua entrega sacrificial, me prendera numa corrente de ci\u00fame e desejo. Luana, com sua sa\u00edda silenciosa, prometia um pr\u00f3ximo ato, uma vingan\u00e7a ou talvez uma jogada mais perversa. A casa, com seus rangidos e sombras, era o palco de uma trag\u00e9dia sem fim. E eu, pobre diabo, era o protagonista, condenado a dan\u00e7ar entre as duas, entre o sacrif\u00edcio de uma irm\u00e3 e a fome de uma m\u00e3e, at\u00e9 que o destino, com sua l\u00e2mina afiada, escrevesse o desfecho.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eram quase tr\u00eas da madrugada, e a casa, um t\u00famulo de sil\u00eancios, parecia me espreitar como uma vadia cruel, pronta pra me engolir. Eu vagava pelos corredores, quase pelado, s\u00f3 uma cueca rasgada cobrindo o pau, ca\u00e7ando o carregador do celular essa merda insignificante que, naquelas horas mortas, virava uma obsess\u00e3o do caralho. 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